Faltando dois dias pro casamento, o noivo muito católico vai procurar o padre:
- Padre, eu vim aqui propor um negócio. Eu te trouxe mil reais, mas em troca eu quero que o senhor corte algumas coisinhas daquele discurso de casamento: “amar, honrar, ser fiel etc”. É só não falar essa parte e pronto!
O padre aceita o dinheiro, não fala nada e o noivo fica todo satisfeito. Chega o dia do casamento. O padre olha bem para o noivo e diz:
- Promete viver apenas para ela, obedecer a cada uma de suas ordens, levar café na cama todos os dias e jurar perante Deus que nunca terá olhos para nenhuma outra mulher?
O noivo, completamente sem graça e sem saída, acaba concordando. Mais tarde, durante a festa, chama o padre num canto:
- Pôxa, eu pensei que a gente tinha feito um acordo!
O padre lhe devolve os mil reais:
- Sinto muito, meu filho. Mas ela triplicou sua oferta!
domingo, 31 de outubro de 2010
DILEMA DO EMPREGADO
Se é atencioso, é puxa-saco
Se não é, é arrogante
Se chama o chefe de você, é folgado
Se chama o chefe de senhor, é desambientado
Se fica depois da hora, está fazendo média
Se sai na hora certa, é desinteressado
Se cumpre estritamente as normas, não tem iniciativa
Se questiona, é indisciplinado
Se elogia, é gozador
Se critica, é insubordinado
Se diz-se satisfeito, é hipocrita
Se diz-se insatisfeito, é ingrato
Se não tem trabalho, é porque não procura
Se tem muito trabalho, é porque é lerdo
Se faz cursos, é aproveitador
Se não os faz, não tem vontade de crescer
Se procura conhecer outros serviços, é dispersivo
Se só entende do seu, é bitolado
Se não colabora, é mandado embora
Se colabora, O CHEFE É PROMOVIDO!!!!
Se não é, é arrogante
Se chama o chefe de você, é folgado
Se chama o chefe de senhor, é desambientado
Se fica depois da hora, está fazendo média
Se sai na hora certa, é desinteressado
Se cumpre estritamente as normas, não tem iniciativa
Se questiona, é indisciplinado
Se elogia, é gozador
Se critica, é insubordinado
Se diz-se satisfeito, é hipocrita
Se diz-se insatisfeito, é ingrato
Se não tem trabalho, é porque não procura
Se tem muito trabalho, é porque é lerdo
Se faz cursos, é aproveitador
Se não os faz, não tem vontade de crescer
Se procura conhecer outros serviços, é dispersivo
Se só entende do seu, é bitolado
Se não colabora, é mandado embora
Se colabora, O CHEFE É PROMOVIDO!!!!
Dicas de gasto
Em primeiro lugar, há que considerar a tendência de cada indivíduo de colocar sua vida
pessoal em segundo plano, em razão de exigências profissionais. Acontece com a alimentação,
com o sono, com a prática de exercícios e com o amor, portanto não haveria de ser diferente
com o planejamento orçamentário. Todos sabem que essas são necessidades fundamentais para
a felicidade e a qualidade de vida, porém a maioria das pessoas não consegue romper
bloqueios que as levam a um envelhecimento precoce. Trata-se de uma simples questão de
objetivos, prioridades e boa vontade.
Em segundo lugar, deve-se levar em consideração que a burocrática rotina de controlar
gastos e traçar estratégias não é tão prazerosa quanto comer, dormir, exercitar-se e fazer
sexo. Nunca convencerei vocês, leitores, de que o planejamento financeiro pode vir a ser mais
excitante ou agradável que as atividades aqui citadas. Mas o hábito de estabelecer objetivos,
traçar planos para atingi-los e colocá-los em prática pode ser, sim, muito excitante, sobretudo
quando os projetos são traçados a dois e têm como meta grandes conquistas. Um exemplo: a
possibilidade de obter em alguns anos uma renda estável e não precisar mais depender do
salário para manter a família.
Finalmente, a terceira razão que dificulta a construção de um plano de independência
financeira é a sedução do dinheiro. É possível aprender meios de se relacionar melhor com o
dinheiro; o difícil é resistir às tentações que ele nos oferece. Se seus objetivos de vida não
forem claramente estabelecidos, será muito difícil abrir mão da possibilidade de adquirir um
item de consumo - roupas de grife, carro do ano, novas tecnologias, eletrodomésticos, entre
outros - se vocês tiverem dinheiro disponível pelo menos para o pagamento da entrada.
pessoal em segundo plano, em razão de exigências profissionais. Acontece com a alimentação,
com o sono, com a prática de exercícios e com o amor, portanto não haveria de ser diferente
com o planejamento orçamentário. Todos sabem que essas são necessidades fundamentais para
a felicidade e a qualidade de vida, porém a maioria das pessoas não consegue romper
bloqueios que as levam a um envelhecimento precoce. Trata-se de uma simples questão de
objetivos, prioridades e boa vontade.
Em segundo lugar, deve-se levar em consideração que a burocrática rotina de controlar
gastos e traçar estratégias não é tão prazerosa quanto comer, dormir, exercitar-se e fazer
sexo. Nunca convencerei vocês, leitores, de que o planejamento financeiro pode vir a ser mais
excitante ou agradável que as atividades aqui citadas. Mas o hábito de estabelecer objetivos,
traçar planos para atingi-los e colocá-los em prática pode ser, sim, muito excitante, sobretudo
quando os projetos são traçados a dois e têm como meta grandes conquistas. Um exemplo: a
possibilidade de obter em alguns anos uma renda estável e não precisar mais depender do
salário para manter a família.
Finalmente, a terceira razão que dificulta a construção de um plano de independência
financeira é a sedução do dinheiro. É possível aprender meios de se relacionar melhor com o
dinheiro; o difícil é resistir às tentações que ele nos oferece. Se seus objetivos de vida não
forem claramente estabelecidos, será muito difícil abrir mão da possibilidade de adquirir um
item de consumo - roupas de grife, carro do ano, novas tecnologias, eletrodomésticos, entre
outros - se vocês tiverem dinheiro disponível pelo menos para o pagamento da entrada.
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